Paraíba
Inmet renova alerta de baixa umidade para 79 cidades do interior da Paraíba hoje
O tempo seco, como o exposto pelo alerta do Inmet, é extremamente comum no inverno, uma vez que as chuvas são escassas.

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) renovou o alerta de baixa umidade para 79 cidades do interior da Paraíba no dia de hoje (29). Ontem, havia sido divulgado um novo alerta de perigo potencial de baixa umidade em 108 cidades no estado até às 21h. Já o aviso de hoje é válido das 11h às 19h.

Nas localidades afetadas, a umidade relativa do ar estará variando entre 30% e 20%. Há baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
As instruções das autoridades é que a população das cidades sob alerta, beba bastante líquido, evite desgaste físico nas horas mais secas e evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
Cidades afetadas pelo alerta na Paraíba
- Água Branca
- Aguiar
- Aparecida
- Belém do Brejo do Cruz
- Bernardino Batista
- Boa Ventura
- Bom Jesus
- Bom Sucesso
- Bonito de Santa Fé
- Brejo do Cruz
- Brejo dos Santos
- Cachoeira dos Índios
- Cajazeiras
- Cajazeirinhas
- Carrapateira
- Catingueira
- Catolé do Rocha
- Conceição
- Condado
- Coremas
- Curral Velho
- Diamante
- Emas
- Ibiara
- Igaracy
- Imaculada
- Itaporanga
- Jericó
- Joca Claudino
- Juru
- Lagoa
- Lastro
- Mãe d’Água
- Malta
- Manaíra
- Marizópolis
- Mato Grosso
- Maturéia
- Monte Horebe
- Nazarezinho
- Nova Olinda
- Olho d’Água
- Patos
- Paulista
- Pedra Branca
- Piancó
- Poço Dantas
- Poço de José de Moura
- Pombal
- Princesa Isabel
- Quixaba
- Riacho dos Cavalos
- Santa Cruz
- Santa Helena
- Santa Inês
- Santana de Mangueira
- Santana dos Garrotes
- Santa Teresinha
- São Bentinho
- São Bento
- São Domingos
- São Francisco
- São João do Rio do Peixe
- São José da Lagoa Tapada
- São José de Caiana
- São José de Espinharas
- São José de Piranhas
- São José de Princesa
- São José do Bonfim
- São José do Brejo do Cruz
- São Mamede
- Serra Grande
- Sousa
- Tavares
- Triunfo
- Uiraúna
- Várzea
- Vieirópolis
- Vista Serrana
Todas as áreas afetadas
- Centro Goiano
- Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba
- Leste Goiano
- Central Mineira
- Sul Cearense
- Centro Sul Baiano
- Vale São-Franciscano da Bahia
- Zona da Mata
- Ocidental do Tocantins
- Sudeste Piauiense
- Sertões Cearenses
- Sul Goiano
- Vale do Rio Doce
- São José do Rio Preto
- Sertão Pernambucano
- São Francisco Pernambucano
- Nordeste Mato-grossense
- Sertão Paraibano
- Campinas
- Oeste de Minas
- Oeste Potiguar
- Norte de Minas
- Sul/Sudoeste de Minas
- Campo das Vertentes
- Oriental do Tocantins
- Ribeirão Preto
- Norte Goiano
- Sul Maranhense
- Metropolitana de Belo Horizonte
- Sudoeste Piauiense
- Centro Norte Baiano
- Araraquara, Jequitinhonha
- Extremo Oeste Baiano
- Centro-Sul Cearense
- Leste de Mato Grosso do Sul
- Noroeste Goiano
- Piracicaba
- Noroeste de Minas
- Centro-Norte Piauiense
- Sul Fluminense
- Bauru
- Distrito Federal
- Araçatuba
- Vale do Paraíba Paulista
- Central Potiguar
- Nordeste Baiano
- Vale do Mucuri
- Centro Fluminense
- Jaguaribe
- Norte Mato-grossense
- Sudeste Mato-grossense
- Sudeste Paraense
- Metropolitana do Rio de Janeiro
- Borborema
Redução da umidade do ar
Na estação do inverno, a redução da umidade do ar gera complicações para a saúde humana, como o agravamento de sintomas respiratórios, entre eles, o sangramento nasal. Mas o tempo seco não existe apenas nos meses frios do ano — em algumas regiões, esse fenômeno também ocorre durante o verão.
Além desses problemas, essa condição do clima causa irritações nos olhos e insuficiência em órgãos vitais, como coração e pulmões. Por isso, é importante tomar algumas precauções para diminuir os riscos nos locais afetados pelos alertas climáticos.
O parâmetro adequado da umidade atmosférica deve ficar em torno de 50% e 80%. Quando fica abaixo de 30%, muitas pessoas sentem desconforto físico ou manifestam doenças. Além disso, esse estado crítico do clima torna mais graves os efeitos da poluição, pois a dispersão de poluentes é comprometida.
O tempo seco é extremamente comum no inverno, uma vez que as chuvas são escassas — principalmente, nas regiões Sul e Sudeste do país. Porém, em localidades que enfrentam vários meses de estiagem ou sofrem com as queimadas — como o Norte, o Nordeste e parte do Centro-Oeste —, o problema ocorre praticamente o ano todo. Independentemente do local em que você vive, essa condição climática desfavorável causa o ressecamento das mucosas das vias aéreas, o que facilita o surgimento de sintomas e doenças no trato respiratório.
Também causa desidratação corporal, o que leva ao ressecamento da pele, dermatites e irritações. Além disso, a ausência de umidade deixa os brônquios mais fechados, o que dificulta o fluxo sanguíneo para os pulmões, forçando o bombeamento do coração. Devido a essa condição, o sangue fica mais espesso, o que pode entupir vasos, causar hipertensão ou aumentar o risco de AVC.
Fonte: ClickPB





