A juíza sumariante do 1º Tribunal do Júri de Belo Horizonte determinou que o processo sobre a morte do gari Laudemir de Souza Fernandes, em 11 de agosto no Bairro Vista Alegre, seja colocado em sigilo. A decisão foi publicada pela magistrada na tarde desta quarta-feira (1º/10) após “risco concreto de vazamento de informações”.
De acordo com a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o servidor terceirizado da Prefeitura de Belo Horizonte foi morto pelo empresário Renê da Silva Nogueira Júnior. Durante as investigações, a esposa dele, delegada Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, também foi indiciada por prevaricação – por ela saber que o marido cometeu o crime e não ter cumprido com os deveres da profissão – e porte ilegal de arma de fogo – por ter cedido ou emprestado sua arma de fogo pessoal.
A restrição das informações do processo contra o casal foi determinada 16 dias depois da Justiça aceitar a denúncia do Ministério Público contra Renê e torná-lo réu. Desde então, o empresário responde por quatro crimes: ameaça, porte ilegal de arma de fogo, fraude processual e homicídio qualificado. Na época, a juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, também acolheu o pedido do MPMG e determinou o desmembramento do processo em relação à esposa dele, a delegada da Polícia Civil.
Fonte: Msn Brasil




